segunda-feira, 8 de junho de 2009

Versos jogados pelo chão

Não me arrependo de nada. Um dia eu já te odiei muito, muito mesmo! Mas não te odeio mais... porque acima de tudo você me fez feliz, fomos felizes... e eu te amo por um dia ter feito parte da minha história. E com base nisso que vou me recuperar de mais uma queda, lembrando de tudo de bom que me trouxe o hábito de te amar um dia. E hoje te ver como um amigo e nada além disso.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Drugs, is real...


Eis aqui um testemunho autêntico.

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil,Eis aqui um testemunho autêntico.

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira 'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os otários' não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus 'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite inteira e depois... farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas...Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg , horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.
antes que seja tarde demais:

Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira 'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os otários' não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus 'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite inteira e depois... farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas...Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg , horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.



quarta-feira, 3 de junho de 2009

K.

eu nunca te esqueci, o meu sentimento por você é mais que real...
eu te amo!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Hissatsu!


Tentei não olhar o que deixei pra trás. E decolei.
Yamazakura vai ficando ao longe. Sabendo o que virá, sentindo o que vai ser. Saudando os que se vão. Não posso errar.
Ele repassava os procedimentos, mas tudo parecia mais simples no manual. Pronto eu estou! “Aaaaaahhhhh!” Começou! Eles rasgavam o céu e o mar Sentiu seu sangue gelar “E agora? Sempre avante”. Alguma coisa mudou A asa direita não respondia
A cortina de água venceu Lutarei por cada suspiro até que não haja nada. Todos nós! Uma voz! Sempre aqui! Pra lutar! Já se esgotou… Pra matar! Te isentar! Pagando pra te libertar!
Concentrar, controlar, procurar, enxergar. Hoje eu me vou…
Hissatsu! Preparar, atacar, acertar, não errar. Pronto eu estou!
Hissatsu! Dez, nove, oito, sete, seis… Acertar, não errar, nunca hesitar. …cinco, quatro, três, dois, um… Hissatsu!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

The Comedown


Aqui estou, mais uma vez. Tal como um pacote de lobos.Os céus uma vez foram cheios de ouro, agora eles chovem sobre todos nós.Eu tinha feito minha cama então eu deitei nela. Eu tinha cavado meu tumulo, então eu morrerei nele.Disse a todos os meus amigos que eu dizer adeus, fechei os dentes e suavizei os olhos.Eu não posso ir desse jeito.Tal como os mortos-vivos, eu senti o gosto de algo.E eu não quero isso, eu apenas preciso disso.E eu não posso acreditar que o que é mais difícil de obter é apenas se sentir vivo.Cortinas fechadas- feito um arco. Eu acho que nós enganamos todos eles agora.Quem é você, o que você disse, o que você fará a cada um e todos os dias.Eu tinha feito minha cama então eu deitei nela. Eu tinha cavado meu tumulo para Deus me ajudar a morrer nele.E eu cavei meu tumulo. Então eu deitei nele. Eu tinha feito minha cama. Então eu morrerei nela.EU ESTAVA TÃO VIVO, MAIS VIVO DO QUE NUNCA!Eu estou batendo na porta dos mortos, mas já estão mortos.É agora ou nunca mais. E que à noite, nós significamos cada palavra que dissemos.Tudo o que eu posso dizer com certeza é, estávamos saindo esta noiteTudo o que eu posso dizer com certeza é, estávamos surgindo esta noite

Eles rasgavam o céu e o mar




tudo parece estar na mesma contradição.
e meu tempo está se esgotando ou é apenas minha mente que se perde?
cheia de provas, trabalhos, doente... e ainda perdendo o que mais vale... você!
é, é estranho eu estar aqui dizendo isso, mas seja feliz, feliz em todas as suas escolhas!
mas eu nunca te esqueci, eu te amo Kadu.
Last night I forgotHow the sound Of your voice Whispered sweet Goodbyes Your eyes Left to die Im alone to understand why Why not one more night One last kiss goodbye My sweet Love tonight I hope the stars still spell Out your name Where you are Kiss my closing eyes Help me sleep Without you im so lost Tonight I cry Tell me why I cant live with Out your warm embrace Why not one more night One last kiss goodbye My sweet Love tonight I hope the stars still spell Out your name Where you are I CLOSE MY EYES AND YOU ARE EVERYTHING I SEE goodbye goodbye to you my Love I won't forget you Ill see you soonGoodbye my Love Goodbye to you my Love I won't forget youBye my Love
i never forgot you


Diamonds Aren't Forever

We will never sleep, 'cause sleep is for the weakAnd we will never rest, 'til we're all fucking deadWe will never sleep, 'cause sleep is for the weakAnd we will never rest, 'til we're all fucking dead. We will never sleep, 'cause sleep is for the weakAnd we will never rest, 'til we're all fucking dead.